PSI sobe com impulso da EDP e do BCP no arranque da sessão em Lisboa
A bolsa de Lisboa inicia a última sessão de setembro em alta, em linha com o tom positivo das principais praças europeias. O PSI avança 0,82% para 9.745,45 pontos, apoiado sobretudo pelas ações da EDP Renováveis, EDP e BCP.
Destaques
- A EDP Renováveis lidera as valorizações iniciais do PSI com alta de 1,64%, negociando a 12,98 euros, seguida pela EDP com 1,53%, para 4,851 euros.
- O BCP sobe 1,43% para 1,2395 euros, enquanto Sonae e Jerónimo Martins valorizam 0,95% e 0,89%, negociando a 2,125 euros e 18,16 euros, respectivamente.
- A Galp limita a subida do PSI ao recuar 0,67% para 22,35 euros, acompanhada pela queda de 1,19% da Ibersol para 10 euros.
Desempenho do índice no início da sessão
Como escreve o Jornal de Negócios, o principal índice português conta com 13 cotadas em alta, duas em baixa e a Teixeira Duarte sem variação neste arranque de negociação.A EDP Renováveis lidera os ganhos iniciais ao subir 1,64%, para 12,98 euros, enquanto a EDP soma 1,53%, para 4,851 euros. O BCP completa o grupo das maiores valorizações entre os títulos mais relevantes do índice, com uma subida de 1,43%, para 1,2395 euros.
O retalho também acompanha o movimento positivo. A Sonae valoriza 0,95%, para 2,125 euros, e a Jerónimo Martins ganha 0,89%, negociando nos 18,16 euros.
Energia trava parte da subida do mercado
A limitar uma valorização mais expressiva do PSI está a Galp, que recua 0,67%, para 22,35 euros, numa sessão em que os preços do petróleo descem ligeiramente nos mercados internacionais.Além da petrolífera, a Ibersol segue em terreno negativo, com uma perda de 1,19%, para 10 euros. O quadro geral mantém, ainda assim, um predomínio de ganhos em Lisboa, refletindo o sentimento favorável que marca o arranque do dia nas bolsas europeias.
Na nossa publicação anterior sobre o fecho do PSI na bolsa de Lisboa, destacámos uma subida marginal do índice num dia europeu misto, com a Galp e o retalho (Jerónimo Martins e Sonae) a darem o principal suporte. Também referimos que a energia e o movimento do petróleo, juntamente com a subida das yields obrigacionistas, condicionaram o desempenho, enquanto a EDP Renováveis acabou por limitar os ganhos ao recuar.
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