PSI fecha semana com ganho de 2,17% impulsionado por EDP e Jerónimo Martins

PSI fecha semana com ganho de 2,17% impulsionado por EDP e Jerónimo Martins
PSI dispara na semana

A bolsa de Lisboa encerra a semana em alta, acompanhando o sentimento positivo das restantes praças europeias. O PSI sobe 1,01% para 9.468,47 pontos e regista o avanço semanal mais forte desde a semana terminada a 1 de maio.

Destaques

  • PSI encerra a semana com alta de 2,17%, impulsionado por valorizações generalizadas e apenas uma cotada em queda.
  • EDP Renováveis sobe 2,7% para 12,54 euros, EDP avança 1,84% para 4,92 euros e Jerónimo Martins valoriza 1,96% para 18,18 euros.
  • O desempenho robusto do PSI reflete forte suporte dos setores de energia e distribuição, alinhado com altas nas principais bolsas europeias.

Desempenho do PSI no fecho da semana

Como noticiou o Jornal de Negócios, o principal índice da bolsa portuguesa termina a sessão com apenas uma cotada em queda, outra inalterada e as restantes 14 em terreno positivo. O movimento reforça a recuperação semanal do mercado lisboeta, que acumula um ganho de 2,17%.

Entre os títulos com maior peso no índice, a EDP Renováveis valoriza 2,7%, para 12,54 euros, enquanto a EDP avança 1,84%, fechando nos 4,92 euros. A Jerónimo Martins, dona do Pingo Doce, soma 1,96% e termina a valer 18,18 euros.

Pesos pesados sustentam subida do mercado

Nas restantes cotadas mais relevantes do PSI, o BCP sobe 0,09%, para 1,1205 euros, enquanto a Galp encerra inalterada nos 22,65 euros. Já a Mota-Engil destoa do sentimento predominante e recua 1,19%, fechando a sessão nos 4,654 euros.

O fecho em alta de Lisboa surge em linha com as principais bolsas europeias e mostra um suporte relevante dos títulos da energia e da distribuição alimentar. Com a generalidade das cotadas em valorização, o mercado português conclui a semana com um dos seus desempenhos mais robustos dos últimos meses.

No nosso artigo anterior sobre a subida do PSI na bolsa de Lisboa, destacámos um fecho em alta que contrastou com a maioria das praças europeias, num contexto de pressão sobre o setor tecnológico. Sublinrámos ainda o papel dos pesos pesados — com destaque para Jerónimo Martins e Galp — e o enquadramento externo marcado pela época de resultados e pelas tensões no Médio Oriente.

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