Jerónimo Martins paga dividendo de 0,65 euros por ação em maio após aprovação em assembleia

Jerónimo Martins paga dividendo de 0,65 euros por ação em maio após aprovação em assembleia
Dividendo JM em maio

A Jerónimo Martins definiu para 12 de maio o pagamento do dividendo de 0,65 euros por ação aprovado pelos acionistas. As ações deixam de conferir direito a esta remuneração a partir de 8 de maio, numa decisão tomada após a assembleia-geral que validou também as contas de 2025.

Destaques

  • Jerónimo Martins pagará dividendo de 0,65 euros por ação em 12 de maio, com data ex-dividendo em 8 de maio.
  • Acionistas aprovaram em assembleia o relatório e contas de 2025 e a distribuição de dividendos conforme comunicado.
  • A empresa fechou 2025 com lucro de 646 milhões de euros, aumento de 7,9% após queda de 20,8% em 2024.

Calendário do dividendo e decisões da assembleia

Segundo um comunicado da Jerónimo Martins à CMVM, de acordo com o Jornal de Negócios, o dividendo de 0,65 euros por ação será pago no próximo dia 12 de maio. O grupo indicou ainda que as ações deixam de conferir direito ao dividendo dois dias úteis antes, em 8 de maio.

Na assembleia-geral realizada esta quinta-feira, os acionistas aprovaram os quatro pontos da ordem de trabalhos. Entre as deliberações esteve a aprovação do relatório e contas de 2025, além da distribuição de dividendos agora calendarizada.

Resultados de 2025 e sinal para os acionistas

A retalhista fechou 2025 com lucros de 646 milhões de euros, o que representa um aumento de 7,9%. O resultado marca uma nova subida do lucro líquido depois da quebra de 20,8% registada em 2024.

O avanço dos resultados e a confirmação da remuneração aos acionistas reforçam a leitura de continuidade na política de distribuição da empresa. Para o mercado, o calendário agora divulgado fixa os próximos momentos relevantes para negociação das ações com e sem direito ao dividendo.

Na nossa cobertura anterior sobre as assembleias-gerais e propostas de dividendos em Portugal, destacámos que a Jerónimo Martins planeava distribuir 0,65 euros por ação, num contexto em que várias empresas apresentavam decisões societárias relevantes. O texto enquadrava também a importância dessas deliberações para os investidores, ao lado de outros eventos empresariais e indicadores macroeconómicos que poderiam afetar o sentimento de mercado.

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