Galp paga dividendo remanescente de 0,33 euros por ação a partir de 21 de maio
A Galp vai pagar aos acionistas a parcela remanescente do dividendo relativo ao exercício de 2025 a partir de 21 de maio, depois de a assembleia-geral ter aprovado uma distribuição total de 0,64 euros por ação. O pagamento finaliza a remuneração desse exercício após o adiantamento intercalar de 0,31 euros por ação realizado em agosto de 2025.
Destaques
- Galp paga dividendo remanescente de 0,33 euros por ação a partir de 21 de maio, após assembleia-geral de 8 de maio de 2026.
- O dividendo total referente a 2025 é de 0,64 euros por ação, sendo 0,31 euros já pagos em agosto de 2025.
- A proposta representa um aumento de 4% no dividendo, sustentado por lucro de 1,15 mil milhões de euros em 2025.
Calendário do pagamento aprovado
A Galp informou a CMVM de que o montante bruto remanescente de 0,33 euros por ação será pago a partir de 21 de maio, na sequência da deliberação da assembleia-geral realizada em 8 de maio de 2026.Segundo a comunicação da petrolífera, o dividendo total referente a 2025 foi fixado em 0,64 euros por ação. Como a empresa já tinha pago um dividendo intercalar de 0,31 euros por ação em 18 de agosto de 2025, os acionistas recebem agora a parcela final de 0,33 euros por título.
A mesma nota indica que as ações entram em ex-dividendo em 19 de maio, data a partir da qual passam a ser negociadas sem direito a este pagamento. O Santander Totta atua como agente pagador da operação.
Remuneração aos acionistas e contexto financeiro
O pagamento agora previsto enquadra-se na política de remuneração aos acionistas da Galp para o exercício de 2025. A proposta aprovada representa um aumento de 4% no dividendo a distribuir.A empresa terminou 2025 com um lucro de 1,15 mil milhões de euros, resultado que sustenta a distribuição anunciada. O ajuste técnico esperado na cotação na data ex-dividendo reflete o destacamento do valor a entregar aos acionistas.
Na nossa cobertura anterior, destacámos uma sessão marcada por fatores geopolíticos e macroeconómicos, mas também por movimentos relevantes em empresas com foco em financiamento e remuneração aos acionistas. Em Portugal, estiveram em evidência a possibilidade de a Mota-Engil aumentar o montante da sua emissão obrigacionista sustentável e o arranque da negociação dos direitos do scrip dividend da EDP Renováveis, temas que ajudam a enquadrar como decisões societárias e datas-chave podem influenciar a negociação em bolsa.
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