PSI fecha com ganhos ligeiros em Lisboa, EDP e Corticeira Amorim sustentam subida

PSI fecha com ganhos ligeiros em Lisboa, EDP e Corticeira Amorim sustentam subida
PSI encerra em alta

A bolsa de Lisboa encerra a última sessão da semana em alta moderada, num dia de desempenho misto entre as principais praças europeias. O PSI sobe 0,13%, para 8.931,54 pontos, com a energia e a indústria a apoiarem o índice enquanto a Ibersol regista a maior queda do mercado.

Destaques

  • O PSI fechou a sessão com saldo ligeiramente positivo, nove cotadas em alta e sete em queda, suportado por Corticeira Amorim (+1,41%, 6,47 euros) e EDP (+1,24%, 4,423 euros).
  • Ibersol liderou as perdas ao cair 9,4% para 10,22 euros, após negociar ex-dividendo, enquanto Nos recuou 0,68% e EDPR perdeu 0,64%.
  • Apesar de quedas acentuadas em consumo e telecomunicações, o setor energético ajudou o mercado português a encerrar com resultado positivo, acompanhando a volatilidade europeia.

Desempenho do PSI na sessão

Como noticiou o Jornal de Negócios, o principal índice da bolsa portuguesa termina a sessão com nove cotadas em terreno positivo e sete em queda. A Corticeira Amorim lidera os ganhos ao avançar 1,41%, para 6,47 euros, seguida pela EDP, que sobe 1,24%, para 4,423 euros, e pela Teixeira Duarte, que valoriza 1,09%, para 0,4175 euros.

Entre os títulos com maior peso no PSI, a Sonae ganha 0,75%, para 1,888 euros, a REN avança 0,73%, para 3,45 euros, e a Galp soma 0,71%, encerrando nos 19,26 euros. A Jerónimo Martins também fecha no verde, ainda que com uma valorização residual de 0,06%, para 17,72 euros.

Quedas concentradas em Ibersol e telecomunicações

A maior descida da sessão cabe à Ibersol, que tomba 9,4%, para 10,22 euros, num dia em que as ações da empresa deixam de conferir direito ao dividendo, passando a negociar ex-dividendo. Entre os restantes títulos em baixa, a Nos recua 0,68%, para 4,96 euros, a EDPR perde 0,64%, para 14,03 euros, e o BCP cede 0,26%, fechando nos 0,9274 euros.

O fecho em Lisboa acompanha uma jornada sem direção única nas principais bolsas europeias, com o mercado português a conseguir manter um saldo positivo, ainda que limitado. O comportamento do setor energético ajuda a compensar as perdas mais acentuadas nalguns títulos de consumo e telecomunicações.

Na nossa publicação, destacámos a sessão de 5 de junho marcada pela entrada da Ibersol em ex-dividendo, explicando que a ação passou a negociar sem direito ao dividendo. Nesse contexto, detalhámos a distribuição prevista de 0,7 euros brutos por ação (cerca de 28,6 milhões de euros no total), com pagamento a partir de 9 de junho, e como este fator pressionou o título apesar de um PSI a oscilar em torno de ganhos modestos.

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