Mercados europeus acompanham Eurogrupo, decisão do Banco do Japão e dados de preços industriais
A agenda económica desta sexta-feira concentra vários eventos com potencial para influenciar os mercados na Europa e nos Estados Unidos. Entre os principais pontos estão as reuniões do Eurogrupo e do Ecofin, a reação à subida de juros no Japão e a divulgação de indicadores de preços e crédito em Portugal.
Destaques
- O barril de petróleo aproxima-se dos $110 em semana de forte volatilidade, com investidores atentos ao relatório da Baker Hughes sobre plataformas nos U.S.
- Um eventual aumento dos stocks de petróleo pode aliviar a pressão sobre os preços energéticos, impactando empresas expostas a custos de energia.
- A Conferência do Comité Militar da NATO inicia hoje em Copenhaga, com U.S. pressionando aliados por maiores gastos em Defesa, podendo sinalizar novos planos da aliança.
Energia e geopolítica sob atenção
Segundo Jornal de Negócios, no setor energético, a Baker Hughes divulga mais ao final do dia o relatório semanal sobre o número de plataformas de petróleo e gás nos U.S.. A atualização chega numa semana de volatilidade no mercado petrolífero, em que o barril se aproxima dos 110 dólares.Um eventual aumento dos stocks de petróleo pode contribuir para aliviar a pressão sobre os preços da matéria-prima. Esse dado é acompanhado de perto por investidores e empresas com exposição aos custos energéticos.
Na frente geopolítica, arranca hoje em Copenhaga a Conferência do Comité Militar da NATO. O encontro decorre num momento em que os U.S. pressionam os aliados por maiores gastos em Defesa, o que pode trazer novas indicações sobre os próximos planos da aliança.
Na nossa publicação anterior sobre o reajuste do diesel pela Petrobras e o subsídio federal, explicámos como o aumento de R$ 1,00 por litro foi neutralizado por uma subvenção do mesmo valor, mantendo os preços às distribuidoras inalterados por 30 dias. Também contextualizámos o pacote de desonerações e subsídios para combustíveis e o seu impacto fiscal, num cenário de pressão vinda das cotações internacionais e do câmbio.
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