Cury amplia geração de caixa e vendas no terceiro trimestre

Cury amplia geração de caixa e vendas no terceiro trimestre
Cury cresce no 3º tri

A prévia operacional da Cury para o período de julho a setembro mostra avanço na geração de caixa e nas vendas da incorporadora no terceiro trimestre. Os números também indicam aumento nos lançamentos e nos preços médios dos apartamentos vendidos e lançados na comparação anual.

Destaques

  • Cury reporta geração de caixa de R$253,6 milhões no terceiro trimestre, alta de 8,8% em comparação anual.
  • As vendas líquidas da companhia atingem R$1,8 bilhão no período, com crescimento de 10,7% e valor médio dos apartamentos vendidos de R$322,8 mil.
  • A construtora lança R$2,1 bilhões em projetos no trimestre, aumento de 6,9%, com preço médio dos novos apartamentos em R$326,5 mil, alta de 12%.

Prévia operacional mostra avanço em caixa e vendas

Segundo InfoMoney, citando a Cury, a companhia registra geração de caixa de R$253,6 milhões entre julho e setembro, alta de 8,8% ante o mesmo período do ano passado.

No terceiro trimestre, as vendas líquidas somam R$1,8 bilhão, com crescimento de 10,7% na comparação anual. O valor médio dos apartamentos vendidos atinge R$322,8 mil, 7,7% acima de um ano antes.

Lançamentos e preços médios sustentam desempenho

Os lançamentos da construtora e incorporadora totalizam R$2,1 bilhões no trimestre, avanço de 6,9% em relação ao mesmo intervalo do ano anterior, segundo a prévia de resultados.

O preço médio dos apartamentos lançados chega a R$326,5 mil, 12% acima do registrado no terceiro trimestre de 2025. Os dados reforçam a continuidade do crescimento operacional da companhia no mercado imobiliário brasileiro.

Na nossa cobertura anterior sobre o rali das ações de incorporadoras após o primeiro turno, destacámos como o mercado passou a diferenciar empresas mais expostas à queda dos juros — em especial as de média e alta renda — das companhias focadas em baixa renda. Também apontámos que a revisão de preferências de bancos e investidores dependeria da trajetória das taxas longas e do cenário fiscal, fatores que influenciam diretamente o apetite por risco no setor.

Este material pode conter opiniões de terceiros, nenhum dos dados e informações nesta página constitui aconselhamento de investimento de acordo com o nosso Aviso Legal. Embora sigamos rigorosos Padrões Editoriais, este post pode conter referências a produtos de nossos parceiros.