O preço do Solana recua de US$ 200 com o aumento das saídas e testa as principais zonas de suporte
A Solana (SOL) caiu para cerca de US$ 179,44 na quinta-feira, depois de enfrentar uma resistência firme perto da marca de US$ 200, com a ação do preço sugerindo que uma retração de curto prazo está em andamento. A queda ocorreu depois que a SOL testou uma zona de suprimento horizontal e o novo teste de uma linha de tendência rompida no início de julho.
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Destaques
- O preço do Solana cai para US$ 179 após rejeição perto da resistência de US$ 200 e novo teste da linha de tendência
- As saídas líquidas na cadeia chegam a US$ 16,55 milhões, indicando uma possível pressão de baixa no curto prazo
- O suporte crítico de US$ 163-174 deve se manter ou há risco de reversão para a MME de 200 dias, perto de US$ 161,47
Apesar da queda, a estrutura diária do Solana continua em alta, desde que permaneça acima da zona de suporte de US$ 160 a US$ 163, reforçada pelos agrupamentos das MMEs de 50 e 100. A pressão técnica de curto prazo está agora centrada em torno da MME de 20 dias, em US$ 174,22, que está sendo testada novamente. Uma recuperação decisiva a partir daqui pode abrir as portas para uma nova tentativa de atingir a faixa de resistência de US$ 185 a US$ 200, mas se essa área não for mantida, poderá haver um rompimento em direção à MME de 200 dias, próxima a US$ 161,47. Esse nível também coincide com a extremidade inferior de uma zona de demanda anterior.
Dados em cadeia sinalizam cautela do investidor
As métricas mais recentes na cadeia mostram o aumento da cautela dos investidores após a alta de Solana no início do mês. Os dados de saída líquida de 25 de julho indicam que US$ 16,55 milhões saíram do ativo nas principais bolsas. Historicamente, esses fluxos de saída - especialmente em torno de zonas de resistência - precedem uma ação de preço mais fraca e maior pressão de venda.

Dinâmica de preços do SOL (Fonte: TradingView)
Essa mudança no sentimento na cadeia aumenta a hesitação técnica observada nos gráficos, onde a tendência de alta agora depende dos touros defenderem os níveis de suporte de US$ 174 e US$ 163. Qualquer rompimento claro abaixo de US$ 160 marcaria um rompimento estrutural, minando o caso de alta construído desde junho.
Perspectiva do Solana: níveis-chave sob pressão em meio à venda líquida
A tendência de alta mais ampla do Solana permanece intacta, mas está cada vez mais sob pressão, já que os investidores realizam lucros e as saídas líquidas aumentam. Os touros devem manter os US$ 174 para evitar uma correção mais profunda. Se o preço se estabilizar acima dessa região, um movimento de volta para US$ 200 ainda é possível, mas o impulso deve ser recuperado em breve.
Conforme discutido anteriormente, o rompimento da Solana em julho acima de US$ 165 confirmou a continuação da tendência, com metas de alta sinalizadas em US$ 200 e US$ 220. Embora a primeira etapa tenha se concretizado, a estrutura atual sugere que a alta foi interrompida. As próximas sessões determinarão se o movimento evoluirá para uma correção mais ampla ou se retomará a alta.
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