A sessão bolsista em Lisboa termina em baixa esta terça-feira, acompanhando o desempenho negativo das principais praças europeias. O PSI fecha nos 9.050,18 pontos, com apenas duas cotadas em alta, 13 em queda e a Sonae sem variação.
Destaques
- PSI caiu 1,26% em Lisboa, pressionado por fortes quedas na EDPR (-4,29% para 14,04 euros) e Semapa (-4,19% para 22,85 euros).
- Galp subiu 1,68% para 19,415 euros impulsionada pela alta do petróleo, enquanto CTT avançou 1,18% para 6,41 euros após acordo com a DHL.
- Mota-Engil (-2,87%), Jerónimo Martins (-2,54%), EDP (-1,74%), BCP (-0,69%), REN (-0,28%) e Nos (-1,59%) também pressionaram negativamente o índice.
Quedas generalizadas pressionam o índice
Como noticiou o Jornal de Negócios, a bolsa de Lisboa encerra a sessão no vermelho, com a EDPR a liderar as desvalorizações ao cair 4,29%, para 14,04 euros, seguida da Semapa, que recua 4,19% e fecha nos 22,85 euros.Entre as perdas mais acentuadas figuram ainda a Mota-Engil, que baixa 2,87% para 4,73 euros, e a Jerónimo Martins, que desliza 2,54%, terminando nos 18,04 euros. Entre os títulos com maior peso no índice, a EDP cede 1,74% para 4,395 euros, o BCP perde 0,69% para 0,92 euros e a REN desvaloriza 0,28%, encerrando nos 3,615 euros.
A Nos também fecha em baixa, com uma queda de 1,59% para 5,27 euros, depois de ter apresentado na véspera as contas do primeiro trimestre.
Galp e CTT limitam perdas do mercado
Do lado das subidas, apenas a Galp e os CTT conseguem terminar a sessão em terreno positivo.A Galp avança 1,68% para 19,415 euros, apoiada pela subida dos preços do petróleo. Já os CTT somam 1,18% para 6,41 euros, no mesmo dia em que concluem uma parceria com a DHL.
O fecho da praça lisboeta reflete assim uma sessão de pressão vendedora disseminada, em linha com o movimento das congéneres europeias, num dia em que os ganhos de duas cotadas não chegam para travar a descida do índice.
Na nossa publicação anterior sobre a conclusão da parceria entre os CTT e a DHL, explicámos como a joint venture avançou após a aprovação incondicional de Bruxelas e como o acordo reorganiza os ativos de encomendas em Portugal e Espanha. Também detalhámos a estrutura da operação — incluindo o encaixe líquido de 64 milhões de euros, as participações cruzadas de 25% e as opções de reforço até 49% — bem como as metas de receitas e sinergias operacionais previstas para os próximos anos.
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