Governo aumenta complemento solidário para idosos em 2027

Governo aumenta complemento solidário para idosos em 2027
Aumento para idosos em 2027

O Executivo prepara uma nova subida do Complemento Solidário para Idosos no próximo ano, elevando o valor de referência em 50 euros. Com a medida incluída na proposta de Orçamento do Estado para 2027, o montante passa para 720 euros, numa quarta revisão desde abril de 2024.

Destaques

  • O Governo português vai aumentar em 2027 o valor de referência do Complemento Solidário para Idosos em 50 euros, elevando-o para 720 euros.
  • A medida, anunciada por Luís Montenegro, será integrada na proposta de Orçamento do Estado para 2027 após aprovação em Conselho de Ministros.
  • Este será o quarto aumento do CSI pelo atual Governo desde o início do mandato, representando uma subida significativa face a abril de 2024.

Subida do apoio entra no OE 2027

Como noticiou o Jornal de Negócios, o primeiro-ministro, Luís Montenegro, anunciou esta quinta-feira, 1 de outubro, depois da reunião do Conselho de Ministros na Guarda, que o valor de referência do Complemento Solidário para Idosos será aumentado no próximo ano.

Segundo o chefe do Governo, a decisão será integrada na proposta de Orçamento do Estado para 2027. O aumento fixado é de 50 euros, fazendo subir o valor de referência para 720 euros.

Montenegro afirmou também que esta será a quarta vez que o Governo aumenta este apoio desde o início de funções. A atualização representa, nas palavras do primeiro-ministro, uma subida significativa face ao valor em vigor em abril de 2024.

Impacto no apoio aos pensionistas

O reforço do CSI insere-se nas medidas de proteção do rendimento dos idosos com menores recursos, num contexto em que o apoio social continua a ser uma área central da política orçamental.

A informação divulgada é ainda preliminar, uma vez que a notícia se encontra em atualização, podendo surgir mais detalhes sobre o alcance da medida e a sua aplicação no âmbito do debate orçamental para 2027.

Na nossa publicação, o debate em torno do Orçamento do Estado para 2027 destacou a abstenção anunciada pelo PS como um fator de maior estabilidade política para viabilizar o documento. O texto também salientou os alertas do Governo para a margem financeira curta e para o risco de défice caso sejam aprovadas medidas sem contrapartidas, defendendo que qualquer resposta ao custo de vida deve respeitar a sustentabilidade das contas públicas.

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