PSI recua 0,35% na abertura da sessão em Lisboa

PSI recua 0,35% na abertura da sessão em Lisboa
PSI recua na abertura

A bolsa de Lisboa inicia a sessão em baixa, em linha com a tendência negativa observada na maioria das praças europeias. O PSI desce 0,35% para 9.387,13 pontos, depois de na sessão anterior ter recuperado 0,71% após երեք quedas consecutivas.

Destaques

  • O PSI abriu em queda de 0,35%, para 9.387,13 pontos, acompanhando o movimento negativo das bolsas europeias nesta sessão.
  • No início do pregão em Lisboa, 11 empresas registraram perdas, quatro avançaram e uma manteve-se estável, apontando forte pressão vendedora.
  • Na sessão anterior, o PSI subiu 0,71%, para 9.420,43 pontos, beneficiando da queda do petróleo e das yields obrigacionistas após três sessões de recuos.

Abertura em baixa acompanha Europa

Como reporta o Jornal de Negócios, a praça portuguesa arranca a negociar no vermelho, acompanhando o movimento da generalidade das bolsas europeias. O principal índice nacional, o PSI, cede 0,35% para 9.387,13 pontos no arranque da sessão.

Na abertura da bolsa lisboeta, 11 cotadas seguem em terreno negativo, quatro avançam e uma mantém-se inalterada, a Teixeira Duarte. O comportamento do índice reflete assim uma pressão vendedora mais alargada no início do dia.

Mercado inverte após sessão de recuperação

Na sessão de ontem, a bolsa de Lisboa fechou em alta, em linha com os ganhos das principais praças europeias. O PSI subiu 0,71% para 9.420,43 pontos, com 13 dos seus 16 títulos no verde.

Essa recuperação surgiu depois de três sessões consecutivas de quedas. A descida do petróleo e das yields das obrigações ajudou então a animar os mercados, num contexto em que os investidores continuam atentos ao sentimento nas bolsas europeias.

Na nossa publicação anterior, a recuperação do PSI no fecho de terça-feira foi destacada, com o índice a subir 0,71% para 9.420,43 pontos após três sessões consecutivas de quedas, em sintonia com as principais bolsas europeias. A melhoria do sentimento foi apoiada pela descida do petróleo e das yields, com a EDPR e o BCP a impulsionarem os ganhos, enquanto a queda da Galp limitou parte da subida.

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