CVM avança acordo de cooperação com Impa Tech para supervisão do mercado com IA

CVM avança acordo de cooperação com Impa Tech para supervisão do mercado com IA
CVM aposta em IA

A CVM discute uma parceria com o Impa Tech para desenvolver ferramentas de supervisão do mercado de capitais baseadas em Inteligência Artificial. A iniciativa sinaliza um esforço de modernização regulatória com foco em tecnologia aplicada ao acompanhamento do setor.

Destaques

  • A CVM e o Impa Tech avançam discussões sobre Acordo de Cooperação Técnica para desenvolver soluções de supervisão do mercado com Inteligência Artificial.
  • A iniciativa visa fortalecer os instrumentos tecnológicos da CVM para modernização e monitoramento eficiente do mercado de capitais brasileiro.
  • Reunião de 17 de maio envolveu gestores da CVM e cientistas do Impa Tech, sinalizando prioridade institucional para inovação regulatória.

Discussão do acordo e escopo tecnológico

Segundo CVM, citando a Comissão de Valores Mobiliários, o presidente da autarquia, Otto Lobo, e o diretor Igor Muniz estiveram na última sexta-feira, 17, no Impa Tech, instituição de ensino superior mantida pelo Instituto de Matemática Pura e Aplicada, na região central do Rio de Janeiro.

O encontro tem como objetivo discutir um Acordo de Cooperação Técnica entre as duas instituições, com potencial para viabilizar o desenvolvimento de soluções voltadas à supervisão do mercado de capitais com uso de Inteligência Artificial.

Impacto para a modernização da supervisão

A agenda reforça o interesse da CVM em ampliar instrumentos tecnológicos para monitoramento e modernização institucional, em uma frente que pode influenciar a eficiência do acompanhamento regulatório no mercado brasileiro.

A comitiva da autarquia também conta com o superintendente de Desenvolvimento e Modernização Institucional, José Alexandre Vasco, e o superintendente de Desenvolvimento de Inteligência, Frederico Shu, entre outros gestores. Pelo Impa Tech, os representantes da CVM são recebidos pelo cientista de projetos Lucas Nissenbaum e pelo professor Rafael Beraldo.

Na nossa publicação anterior sobre a segunda fase da European Tech Champions Initiative (ETCI 2.0) e a integração de Portugal na iniciativa, explicámos como o programa pretende ampliar o financiamento para scale-ups tecnológicas europeias, com a meta de captar até 15 mil milhões de euros e mobilizar até 80 mil milhões. Também destacámos o papel do Fundo Europeu de Investimento como investidor âncora e a criação de uma infraestrutura pan-europeia e ferramentas digitais para apoiar investidores e fortalecer o mercado de capital de risco.

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