Sumol Compal reforça comissão executiva e aponta a 500 milhões de euros em receitas até 2028
A Sumol Compal remodela a sua comissão executiva no arranque do novo ciclo estratégico de 2026 a 2028, com a entrada de Sandra Martins e Luís Marques em funções de administração. A mudança acompanha uma meta de crescimento de 20% face a 2025, num plano que pretende elevar o volume de negócios para 500 milhões de euros nos próximos três anos.
Destaques
- Sumol Compal nomeou Sandra Martins como administradora de operações e Luís Marques como administrador comercial, reforçando a comissão executiva alinhada com o plano 2026-2028.
- A empresa pretende aumentar o volume de negócios em 20% até 2028, atingindo 500 milhões de euros, através de inovação e expansão para novas categorias e mercados.
- O plano estratégico inclui transformação para eficiência operacional e sustentabilidade, combinando continuidade de liderança com reforço de competências internas.
Nomeações alinhadas com plano 2026-2028
Segundo o Jornal de Negócios, a Sumol Compal anunciou em comunicado enviado às redações a entrada de Sandra Martins como administradora de operações e de Luís Marques como administrador comercial, ambos com mais de 20 anos de percurso na empresa.A empresa, com sede em Carnaxide, afirma que a nova composição da comissão executiva está ligada à aprovação do plano estratégico para o triénio 2026-2028 e responde à necessidade de renovação das equipas de gestão, bem como ao ajustamento dos perfis à estratégia da organização.
Com estas nomeações, a comissão executiva para o período passa a ser presidida por Diogo Pereira Dias e integra ainda Luís Magalhães, como administrador financeiro e de suportes, e João Nuno Pinto, como administrador de marketing e inovação.
Metas de crescimento e expansão do negócio
Nos próximos três anos, a Sumol Compal pretende aumentar o volume de negócios em 20% face a 2025, para 500 milhões de euros, através da aceleração do negócio atual, da inovação e da expansão para novas categorias e novos mercados.A empresa acrescenta que o plano inclui também uma componente de transformação orientada para a satisfação das equipas, a eficiência operacional e a sustentabilidade. Segundo a Sumol Compal, a nova estrutura combina continuidade na liderança com reforço de competências internas para executar objetivos de crescimento sustentável e de expansão.
Na nossa publicação anterior sobre o crescimento da Revolut em Portugal, destacámos a aceleração da base de clientes e o maior peso dos pagamentos nacionais nas transações, bem como o forte avanço dos produtos de poupança. O artigo também apontou o impacto de novos serviços (como IBAN português e integrações locais) na adoção da conta no dia a dia, reforçando a presença do banco digital no mercado.
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