Estudo da CoinMarketCap coloca o Brasil em terceiro lugar no interesse global por criptomoedas

Estudo da CoinMarketCap coloca o Brasil em terceiro lugar no interesse global por criptomoedas
Estudo da CoinMarketCap coloca o Brasil em terceiro lugar no interesse por criptomoedas

Os brasileiros estão despontando como líderes globais no monitoramento do mercado de criptomoedas, de acordo com um novo relatório do CoinMarketCap, o site mais acessado da comunidade de criptomoedas.

Este artigo foi traduzido do original. Leia a versão original do nosso correspondente aqui.

O estudo, que abrange dados de 2024, coloca o Brasil em terceiro lugar entre as nações que mais pesquisam preços de Bitcoin, ficando atrás apenas dos Estados Unidos e da Índia, segundo o Livecoins.

Com 7,84% de todas as pesquisas de preços de Bitcoin na plataforma, o interesse do Brasil reflete o crescente envolvimento com moedas digitais. Os Estados Unidos lideram com 18,18%, seguidos pela Índia com 8,71%. Completam os cinco primeiros a Alemanha (6,73%) e a Indonésia (5,44%).

Juros altos, sem reservas

Embora os brasileiros acompanhem avidamente os preços das criptomoedas, o país não detém oficialmente o Bitcoin como parte de suas reservas. Em contraste, países como os Estados Unidos, a China e o Reino Unido incorporaram o Bitcoin em suas reservas nacionais, refletindo a adoção institucional de ativos digitais.

O relatório salienta também que as empresas públicas com as maiores participações em Bitcoin estão predominantemente sediadas nos Estados Unidos, sublinhando o domínio do país nos investimentos em moeda criptográfica.

Recompensas USDT para os utilizadores

A CoinMarketCap incentivou o envolvimento com a sua plataforma, oferecendo recompensas que totalizam 6.000 USDT. Os usuários registrados podem prever os preços do Bitcoin para o final de 2025, com as previsões mais próximas elegíveis para prêmios. Além disso, a plataforma está a distribuir 5.000 USDT através de promoções do tipo airdrop que exigem que os participantes se envolvam com as suas redes sociais.

Embora o interesse do Brasil em criptomoedas continue a crescer, a falta de reservas nacionais de Bitcoin sugere que esse envolvimento permanece no nível individual e não institucional. Com uma população cada vez mais atraída pelas finanças digitais, o papel do Brasil no panorama global das criptomoedas poderá evoluir nos próximos anos.

O Brasil solidificou seu status como líder global em criptografia, com 26 milhões de cidadãos - 12% da população - possuindo ativos digitais. Isso coloca o país em sexto lugar no mundo em adoção de criptografia, destacando seu crescente impacto no setor.

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