PSI sobe no arranque da sessão com Ibersol, CTT e BCP entre os principais ganhos
A bolsa de Lisboa inicia a sessão desta quarta-feira em alta, em linha com a tendência das restantes praças europeias. O movimento surge depois de os EUA anunciarem um prolongamento do cessar-fogo com o Irão, aumentando a margem para negociações de paz.
Destaques
- PSI sobe 0,16% para 9.156,32 pontos na abertura, com nove das 16 principais cotadas a negociar em alta.
- Ibersol lidera ganhos ao subir 3,33% para 12,40 euros após JB Capital Markets elevar preço-alvo apesar de cortar recomendação de compra.
- Galp cai 0,63% para 19,01 euros influenciada pela queda do petróleo, enquanto EDP Renováveis recua 0,60% e EDP desce 0,02%.
Abertura positiva impulsiona principais cotadas
Como reporta o Jornal de Negócios, o PSI avança 0,16% para 9.156,32 pontos nos primeiros minutos da negociação, com nove das 16 principais cotadas em alta, duas inalteradas e cinco em queda.A liderar os ganhos está a Ibersol, ainda com um volume reduzido, ao subir 3,33% para 12,40 euros, depois de a JB Capital Markets ter elevado o preço-alvo das ações da empresa, apesar de ter cortado a recomendação de compra. A empresa divulga esta sexta-feira os resultados do último trimestre de 2025.
Os CTT seguem com uma valorização de 1,93% para 6,585 euros e o BCP sobe 1,07% para 0,8900 euros. Também negoceiam em alta a Mota-Engil e a Teixeira Duarte, ambas com 0,94%, a REN com 0,27%, a Sonae com 0,20%, a Nos com 0,18% e a Altri com 0,10%, enquanto Semapa e Corticeira Amorim permanecem inalteradas.
Galp e grupo EDP pressionam o índice
Do lado das perdas, a Galp volta a liderar as quedas ao recuar 0,63% para 19,01 euros, num dia em que o preço do petróleo desce ligeiramente.A EDP Renováveis perde 0,60% para 13,33 euros e a EDP recua 0,02% para 4,409 euros. A Jerónimo Martins desvaloriza 0,19% para 20,54 euros, depois de a Trigon Dom Maklerski ter revisto a recomendação de "comprar" para "manter", e a Navigator soma uma queda de 0,12%.
Na nossa publicação, já tínhamos destacado a recente queda dos preços do petróleo Brent após sinais de avanços diplomáticos envolvendo o Irão e negociações de cessar-fogo. Na altura, sublinhámos que a volatilidade continuava elevada devido aos riscos no Estreito de Ormuz e que qualquer interrupção prolongada na navegação poderia voltar a pressionar a oferta e os preços da energia.
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