PSI sobe 1,47% com EDP, EDP Renováveis e BCP a impulsionarem bolsa de Lisboa

PSI sobe 1,47% com EDP, EDP Renováveis e BCP a impulsionarem bolsa de Lisboa
PSI em alta energética

A bolsa de Lisboa encerra a sessão de quinta-feira em alta, acompanhando o movimento positivo das principais praças europeias num dia marcado pela atenção dos investidores aos resultados empresariais, às decisões dos bancos centrais e à tensão no Médio Oriente. A subida dos preços da energia também marca a negociação e ajuda a destacar o desempenho das cotadas ligadas ao setor energético no mercado português.

Destaques

  • O PSI subiu 1,47% para 9.344,96 pontos, com 15 das 16 cotadas em alta, destacando Lisboa entre os melhores desempenhos da Europa.
  • EDP Renováveis avançou 2,46% para 14,18 euros, EDP ganhou 2,20% para 4,643 euros e BCP valorizou 1,95% para 0,909 euros, impulsionando o índice.
  • Atenção do mercado permanece elevada devido à temporada de resultados, decisões de bancos centrais e possível escalada de tensões no Médio Oriente.

Desempenho do PSI e principais valorizações

Como reportado pelo Jornal de Negócios, o PSI avança 1,47% para 9.344,96 pontos, com 15 das 16 cotadas a fecharem em terreno positivo, colocando Lisboa entre os mercados com melhores ganhos na Europa.

Entre os principais motores da sessão estão as elétricas do grupo EDP. A EDP Renováveis sobe 2,46% para 14,18 euros, enquanto a EDP ganha 2,20% para 4,643 euros. O BCP, um dos pesos pesados do índice, também contribui para a valorização ao avançar 1,95% para 0,909 euros.

A Ibersol lidera as subidas do dia, com um salto de 4,35% para 12,00 euros, recuperando das perdas registadas na sessão anterior. Já a Galp é a única cotada que não acompanha o movimento de valorização, terminando estável nos 19,96 euros.

Fatores externos apoiam mercado português

A sessão decorre em linha com os ganhos das principais bolsas europeias, num contexto em que os investidores seguem de perto a temporada de resultados e as decisões de política monetária dos bancos centrais.

Ao mesmo tempo, a possibilidade de uma escalada da situação no Médio Oriente impulsiona os preços da energia, reforçando a atenção do mercado ao setor e ao impacto que estas pressões externas podem ter no comportamento das cotadas europeias, incluindo as portuguesas.

Na nossa análise anterior sobre o recuo do PSI, acompanhámos uma abertura em ligeira queda em Lisboa, alinhada com o sentimento negativo nas bolsas europeias. Nesse contexto, destacámos o papel das energéticas — com a Galp apoiada pela subida do crude — e como a banca e as construtoras pressionaram o índice, num ambiente marcado por riscos geopolíticos.

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