Sonae comunica compras de ações por Paulo Azevedo e reforço de participação para 0,33%
No final de maio, Paulo Azevedo reforça a sua posição na Sonae através de compras realizadas pela Migracom, num movimento comunicado ao mercado pela empresa. Após as aquisições, passam a ser-lhe imputáveis, direta e indiretamente, 6.680.309 ações, equivalentes a 0,33% do capital social e dos direitos de voto do grupo.
Destaques
- Paulo Azevedo, via Migracom, adquiriu 244.261 ações da Sonae por 426.925,67 euros entre 27 e 29 de maio a um preço médio de 1,9037 euros.
- A participação imputável a Duarte Paulo Teixeira de Azevedo aumentou para 6.680.309 ações, representando 0,33% do capital social e direitos de voto da Sonae.
- As ações da Sonae fecharam a 1,86 euros em 2 de junho, registando uma valorização de 0,32% na sessão.
Operações comunicadas ao regulador
Como informou a Sonae em comunicado enviado à CMVM, as operações foram realizadas nos dias 27, 28 e 29 de maio através da Migracom, SA, sociedade dominada por Paulo Azevedo.Segundo a mesma comunicação, foram adquiridas 224,3 mil ações da empresa por cerca de 427 mil euros. O texto do comunicado detalha ainda que as aquisições totalizaram 244.261 ações da Sonae, a um preço médio ponderado de 1,9037 euros, o que corresponde a um investimento de 426.925,67 euros.
Paulo Azevedo é presidente do conselho de administração da Sonae e antigo CEO do grupo. A informação foi divulgada esta terça-feira no âmbito das obrigações de comunicação ao mercado.
Impacto na participação e reação em bolsa
Com estas compras, a participação imputável a Duarte Paulo Teixeira de Azevedo sobe para 6.680.309 ações, de forma direta e indireta, de acordo com a empresa.Essa posição representa 0,33% do capital social da Sonae e dos respetivos direitos de voto. Na sessão de terça-feira, 2 de junho, as ações da Sonae encerram com uma valorização de 0,32%, para 1,86 euros.
Na nossa publicação anterior, analisámos o fecho da bolsa de Lisboa com o PSI em ligeira queda, prolongando uma sequência de sessões negativas apesar de um contexto europeu mais favorável. Destacámos a pressão sobre construtoras e banca, com descidas em títulos como Teixeira Duarte e Mota-Engil, enquanto algumas cotadas do setor energético conseguiram subir e limitar parcialmente as perdas do índice.
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