Bolsa de Lisboa recua no arranque da sessão, energéticas limitam perdas do PSI

Bolsa de Lisboa recua no arranque da sessão, energéticas limitam perdas do PSI
Lisboa recua, energéticas aliviam

A bolsa de Lisboa inicia a sessão desta segunda-feira em baixa ligeira, em linha com o tom negativo das principais praças europeias. As quedas nas construtoras, nos CTT e no retalho pressionam o índice, enquanto as cotadas da energia negoceiam em terreno positivo e atenuam a descida.

Destaques

  • O PSI desce 0,20% para 8.913,67 pontos na abertura, acompanhando quedas em Paris e Amesterdão.
  • As construtoras lideram as perdas com Teixeira Duarte a cair 2,04% e Mota-Engil a recuar 1,63%.
  • O setor energético limita as perdas com Galp a subir 1,40%, REN a avançar 0,43% e EDP Renewables a valorizar 0,07%.

Quedas nas construtoras marcam abertura

Como reporta o Jornal de Negócios, o PSI recua 0,20% para 8.913,67 pontos no arranque da negociação, acompanhando a tendência registada em mercados como Paris e Amesterdão.

Entre as maiores descidas estão as construtoras, com a Teixeira Duarte a perder 2,04% e a Mota-Engil a ceder 1,63%. Seguem-se os CTT, com uma queda de 1,18%, a Corticeira Amorim, que desce 0,93%, e a Sonae, que recua 0,85%. No retalho, a Jerónimo Martins perde 0,73% e a Ibersol cai 0,68%.

Energia sustenta parte do mercado

Em sentido contrário, o setor energético negoceia integralmente no verde e ajuda a conter uma descida mais acentuada da praça portuguesa. A Galp lidera os ganhos, ao subir 1,40%, seguida pela REN, que avança 0,43%.

A EDP Renewables valoriza 0,07% e a EDP soma 0,02%, enquanto a Altri regista uma subida ligeira de 0,10%. A notícia está em atualização, pelo que a evolução das cotações pode ainda sofrer alterações ao longo da sessão.

Na nossa publicação, destacámos como a energia se tornou um fator-chave na proposta de valor de Portugal para atrair investimento industrial, num contexto em que as empresas avaliam custos, estabilidade e capacidade de abastecimento. Nesse enquadramento, também referimos a linha de crédito de emergência de 600 milhões de euros acionada para apoiar negócios mais expostos à subida dos custos de energia e combustíveis, com garantias públicas e acesso rápido a financiamento.

Este material pode conter opiniões de terceiros, nenhum dos dados e informações nesta página constitui aconselhamento de investimento de acordo com o nosso Aviso Legal. Embora sigamos rigorosos Padrões Editoriais, este post pode conter referências a produtos de nossos parceiros.