PSI fecha em baixa pela quarta sessão consecutiva com pressão de Jerónimo Martins e EDP

PSI fecha em baixa pela quarta sessão consecutiva com pressão de Jerónimo Martins e EDP
PSI encerra em baixa

A bolsa de Lisboa encerra a última sessão da semana em ligeira baixa, num dia misto para as praças europeias enquanto os investidores aguardam novos desenvolvimentos no Médio Oriente. O PSI recua 0,12% para 9.076,53 pontos, acumula perdas de 1% na semana e de quase 3% no mês.

Destaques

  • O PSI caiu pela quarta sessão consecutiva, com 16 títulos em baixa, pressionado por Jerónimo Martins (-0,82% para 18,16 euros) e EDP (-1,15% para 4,367 euros).
  • Corticeira Amorim (-2,24% para 6,54 euros) e Altri (-1,49% para 4,955 euros) lideraram as perdas entre os componentes do índice.
  • Mota-Engil subiu após vencer contrato no Brasil e revisão do Caixa BI, enquanto Galp (+0,62% para 18,64 euros) e EDPR (+0,50% para 14,17 euros) limitaram perda do PSI.

Desempenho do PSI e principais quedas

Como noticiou o Jornal de Negócios, o índice de referência nacional termina a sessão com 16 títulos no vermelho e prolonga para quatro dias consecutivos a série de perdas na bolsa portuguesa.

Entre os pesos pesados, a Jerónimo Martins e a EDP estão entre os principais fatores de pressão sobre o PSI. A elétrica cai 1,15% para 4,367 euros, enquanto a retalhista recua 0,82% para 18,16 euros.

No topo das perdas surgem ainda a Corticeira Amorim e a Altri. Os títulos descem 2,24% para 6,54 euros e 1,49% para 4,955 euros, respetivamente.

Apoio de Mota-Engil e energéticas limita recuo

No lado das valorizações, a Mota-Engil lidera os ganhos, apoiada por uma subida de recomendação do Caixa BI e pela notícia de que vence o concurso para a construção de uma via de 500 quilómetros no Brasil.

A evitar uma queda mais acentuada do índice estão também a Galp e a EDPR. A petrolífera sobe 0,62% para 18,64 euros, enquanto a empresa de energias renováveis regista uma variação de 0,50% para 14,17 euros.

O comportamento do mercado português acompanha uma sessão sem direção única na Europa, num contexto em que a evolução da situação no Médio Oriente continua a condicionar o posicionamento dos investidores.

Na nossa publicação anterior, acompanhámos a abertura da bolsa de Lisboa em terreno positivo, com o PSI a avançar apoiado sobretudo pelo setor da construção e por várias cotadas de maior capitalização. Nesse arranque, a Mota-Engil destacou-se ao liderar os ganhos após conquistar, em consórcio, um concurso ferroviário no Brasil, enquanto nomes como EDP, EDP Renováveis e Jerónimo Martins também contribuíam para sustentar o índice.

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