PSI sobe 1% em Lisboa, impulsionado por EDP, EDPR e Galp

PSI sobe 1% em Lisboa, impulsionado por EDP, EDPR e Galp
PSI em alta histórica

A bolsa de Lisboa inicia setembro em alta, com o PSI a avançar para 9.531,91 pontos e a atingir o máximo intradiário desde 25 de junho de 2008. O movimento é sustentado sobretudo pelas cotadas do setor energético, enquanto a maioria das 16 empresas do índice negoceia em terreno positivo.

Destaques

  • O PSI sobe 1% no início de setembro, com 12 das 16 cotadas em alta e máximos recentes impulsionados pelo setor energético.
  • A EDPR lidera os ganhos com alta de 2,71% para 14,03 euros, seguida pela EDP que soma 2,39% para 4,79 euros.
  • A Galp valoriza 1,07% para 21,63 euros, enquanto Sonae ganha 1,25% para 2,03 euros, refletindo força entre energéticas e retalho.

Arranque de setembro leva índice a máximos

Como noticiou o Jornal de Negócios, o principal índice da bolsa de Lisboa avança 1% nos primeiros momentos da sessão, com 12 das 16 cotadas do PSI em alta, duas em queda e duas sem variação.

Entre os maiores ganhos destaca-se a família EDP. A EDPR escala 2,71%, para 14,03 euros, enquanto a EDP soma 2,39%, negociando nos 4,79 euros.

No setor energético, a Galp também acompanha a tendência positiva e sobe 1,07%, para 21,63 euros. A Sonae regista igualmente uma valorização assinalável, ao ganhar 1,25% e atingir 2,03 euros.

Energia sustenta ganhos do mercado

Do lado das quedas, apenas a Jerónimo Martins e os CTT seguem em terreno negativo. A dona do Pingo Doce desliza 0,11%, para 17,98 euros, e o operador postal cede 0,31%, para 6,535 euros.

Sem alterações seguem o BCP e a Ibersol, que negoceiam respetivamente nos 1,119 euros e nos 10,3 euros. O comportamento do PSI nesta abertura de sessão mostra um arranque de mês favorável para o mercado lisboeta, apoiado sobretudo pelo peso das cotadas energéticas.

Na nossa publicação, acompanhámos uma abertura em alta do PSI, com o índice a avançar no arranque da sessão apoiado pelos pesos pesados, em especial BCP, Galp e EDP. Nesse enquadramento, também sublinhámos a influência do contexto internacional, com a descida do petróleo e as expectativas em torno da política monetária nos EUA a condicionarem o sentimento do mercado.

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