PSI fecha em baixa com pressão de EDPR, EDP e Mota-Engil

PSI fecha em baixa com pressão de EDPR, EDP e Mota-Engil
PSI encerra sessão em baixa

A bolsa de Lisboa encerrou a sessão de quinta-feira em terreno negativo, num dia marcado por perdas na maioria das cotadas do PSI. O índice recuou 0,44%, para 9.373,82 pontos, enquanto apenas três empresas terminaram no verde e duas fecharam sem variação.

Destaques

  • O PSI fechou em queda, com 11 cotadas em baixa e pesos pesados como EDPR (-2,32% para 12,21 euros) e EDP (-1,53% para 4,831 euros) a pressionar o índice.
  • Jerónimo Martins destacou-se entre as poucas subidas, avançando 2,59% para 17,83 euros e acompanhando o comportamento positivo do retalho europeu.
  • Nos e CTT fecharam em alta, somando 0,86% para 5,27 euros e 0,91% para 5,565 euros, respetivamente, mas não evitaram o saldo negativo do PSI.

Quedas nos pesos pesados agravam recuo do índice

Como noticiou o Jornal de Negócios, o PSI terminou a sessão com 11 cotadas em queda, três em alta e Sonae e Galp inalteradas, nos 2,1 euros e 22,65 euros, respetivamente. Entre os títulos com pior desempenho estiveram a EDPR, que perdeu 2,32% para 12,21 euros, a Mota-Engil, que recuou 2,08% para 4,71 euros, e a Teixeira Duarte, que cedeu 2% para 0,441 euros.

Além da EDPR, também outros pesos pesados pressionaram o índice lisboeta. A EDP caiu 1,53%, para 4,831 euros, enquanto o BCP deslizou 0,4% e fechou nos 1,1195 euros.

Retalho e serviços limitam perdas em Lisboa

A travar uma descida mais acentuada da praça portuguesa, a Jerónimo Martins acompanhou o comportamento positivo do retalho europeu e avançou 2,59%, para 17,83 euros. O desempenho da retalhista destacou-se entre as poucas subidas do dia num mercado dominado por vendas.

Também os CTT encerraram em alta, com uma valorização de 0,91% para 5,565 euros, e a Nos somou 0,86%, terminando a sessão nos 5,27 euros. Ainda assim, os ganhos destas cotadas não foram suficientes para inverter o saldo negativo do principal índice nacional.

Na nossa publicação anterior sobre a subida do PSI na bolsa de Lisboa, destacámos uma sessão em que o índice avançou e contrariou a fraqueza das principais praças europeias. Sublinhámos o impulso de pesos pesados como a Jerónimo Martins e a Galp, bem como a influência do enquadramento externo — da pressão sobre tecnologia ligada a alertas sobre IA à época de resultados e às tensões no Médio Oriente — no sentimento do mercado.

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