PSI sobe com EDP, EDPR e BCP e fecha sessão em alta em Lisboa

PSI sobe com EDP, EDPR e BCP e fecha sessão em alta em Lisboa
PSI avança com energia

A bolsa de Lisboa encerra a segunda sessão da semana em terreno positivo, em linha com as principais praças da Europa Ocidental. O PSI avança 0,85% para 9.253,58 pontos, sustentado pelos ganhos da EDP, da EDPR e do BCP, enquanto os CTT limitam a subida com a maior queda do índice.

Destaques

  • O PSI encerra a sessão em alta com 11 cotadas positivas, impulsionado por EDPR (+3,37% para 12,57 euros), EDP (+1,56% para 4,83 euros) e BCP (+1,63% para 1,09 euros).
  • As ações dos CTT caem 2% para 5,39 euros após a JB Capital alertar para impacto negativo das novas regras da União Europeia e possível profit warning.
  • Galp recua 0,34% para 20,40 euros devido ao fim das negociações com a Moeve, enquanto Nos perde 0,39% para 5,095 euros.

Desempenho do PSI e principais movimentos

Como noticiou o Jornal de Negócios, o índice português termina a sessão com 11 cotadas em alta e cinco em baixa, numa evolução apoiada sobretudo pelos pesos pesados do setor energético e pela banca. A EDPR destaca-se com uma subida de 3,37%, para 12,57 euros, enquanto a EDP valoriza 1,56%, para 4,83 euros, contribuindo de forma decisiva para o avanço do PSI.

Também o BCP ganha 1,63% e fecha nos 1,09 euros, beneficiando do efeito dos resultados do Bank Millennium, o banco polaco maioritariamente detido pela instituição. Entre os restantes contributos positivos figuram a REN, com uma subida de 0,85% para 3,58 euros, e as produtoras de pasta e papel Navigator e Altri, que avançam 0,67% e 0,46%, respetivamente.

No retalho, a Jerónimo Martins soma 0,44% e termina nos 18,12 euros, ao passo que a Sonae recua 0,23% para 2,13 euros. Na construção, a Mota-Engil sobe 0,35%, depois de ser conhecido que dois consórcios que integra são selecionados para construir dois novos troços do Corredor do Lobito, enquanto a Teixeira Duarte cai 1,51% para 0,4245 euros.

Quedas dos CTT e pressão sobre Galp e Nos

Do lado das perdas, os CTT registam a maior descida da sessão. As ações chegam a cair 7% até 5,11 euros, um mínimo de quase dois anos, mas recuperam parte do terreno ao longo do dia e encerram com uma desvalorização de 2%, nos 5,39 euros.

A pressão sobre os CTT surge depois de a casa de investimento espanhola JB Capital antecipar um impacto acima do esperado das novas regras da União Europeia para importações de baixo valor e admitir mesmo a possibilidade de um profit warning na próxima semana. Entre as restantes quedas, a Galp recua 0,34% para 20,40 euros, com o mercado ainda a avaliar o efeito do fim das negociações para a união com a Moeve, e a Nos perde 0,39% para 5,095 euros.

Na nossa publicação anterior sobre o arranque positivo do PSI na Bolsa de Lisboa, destacámos que o índice abriu em alta, contrariando a tendência de algumas praças europeias, com a maioria das cotadas em terreno positivo. Nesse início de sessão, sublinhámos os movimentos em títulos como Jerónimo Martins, REN, Nos, EDP e BCP, enquanto a Galp e a EDPR pressionavam o índice com quedas ligadas ao contexto do petróleo.

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