Petrobras e pares do setor petrolífero recuam na bolsa com terceira queda seguida do petróleo

Petrobras e pares do setor petrolífero recuam na bolsa com terceira queda seguida do petróleo
Petrobras e petróleo em queda

A descida continuada do preço do petróleo pressiona as petrolíferas negociadas no mercado brasileiro nesta quarta-feira. O movimento acompanha a terceira sessão consecutiva de perdas da commodity, com o Brent a acumular uma queda superior a 10% na semana.

Destaques

  • Futuros do Brent caem 2,5% para US$ 101,02 por barril, enquanto o WTI recua 2,6% para US$ 93,61 por barril.
  • Petrobras registra quedas de 2,79% nas ações ordinárias a R$ 56,20 e 2,76% nas preferenciais a R$ 49,35, pressionada pelo recuo do petróleo.
  • PRIO desvaloriza 2,88% para R$ 66,17, PetroReconcavo cai 1,21% para R$ 10,63 e BRAV3 perde 2,27% para R$ 2,27 diante do terceiro recuo seguido do Brent.

Queda do crude arrasta ações do setor

Conforme noticiou o InfoMoney Mercados, a desvalorização dos contratos internacionais de petróleo está a penalizar Petrobras e outras produtoras listadas no Brasil. Os futuros do Brent recuam 2,5%, para US$ 101,02 por barril, enquanto o West Texas Intermediate, referência nos U.S., cai 2,6%, para US$ 93,61 por barril.

No mercado acionista, a Petrobras perde 2,79% nas ações ordinárias, cotadas a R$ 56,20, e 2,76% nas preferenciais, a R$ 49,35. O movimento mantém a pressão sobre a empresa à medida que o enfraquecimento da commodity reduz o apelo do segmento petrolífero entre os investidores.

Impacto alargado entre petroleiras brasileiras

Outras companhias do setor também registam perdas na sessão. A PRIO recua 2,88%, para R$ 66,17, a PetroReconcavo desce 1,21%, para R$ 10,63, e a BRAV3 cai 2,27%, para R$ 2,27.

O desempenho conjunto sugere um ajuste disseminado nas ações ligadas à exploração e produção de petróleo, num contexto em que a trajetória semanal do Brent agrava a perceção de risco para o setor. Com a commodity em baixa pela terceira sessão seguida, o mercado acompanha o impacto direto sobre receitas esperadas e margens das empresas expostas ao preço internacional do crude.

Na nossa publicação anterior, analisámos a sessão em que Petrobras e PRIO lideraram as altas do Ibovespa, impulsionadas pela valorização do Brent e do WTI. O texto também destacou a revisão para cima de preços-alvo e a recomendação de compra para as duas empresas, reforçando a leitura de maior geração de caixa e potencial de retorno aos acionistas em um cenário de petróleo mais firme.

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