Dexco encerra produção de louças sanitárias em unidade de Pernambuco
A Dexco decide fechar a operação produtiva de louças sanitárias em Cabo de Santo Agostinho, em Pernambuco, como parte da reorganização do negócio no segmento. A medida mantém a área como relevante no portefólio da companhia e transfere parte da produção para a unidade de Jundiaí, em São Paulo.
Destaques
- Dexco aprovou o encerramento da produção de louças sanitárias em Cabo de Santo Agostinho conforme facto relevante enviado à CVM.
- A empresa centraliza a produção na fábrica moderna de Jundiaí, após investimentos em automação e tecnologia nos últimos anos.
- A decisão visa aumentar competitividade, eficiência operacional e rentabilidade, mantendo o portfólio de louças sanitárias relevante via marca Deca.
Reorganização industrial e foco operacional
Segundo InfoMoney, citando a Reuters com base em facto relevante enviado pela Dexco à Comissão de Valores Mobiliários, o conselho de administração aprovou nesta segunda-feira o encerramento das actividades produtivas da unidade de louças sanitárias em Cabo de Santo Agostinho.A empresa afirma que a decisão integra o processo contínuo de transformação do negócio de louças sanitárias e o plano de reforço da competitividade, da eficiência operacional, da rentabilidade e da sustentabilidade no longo prazo. Segundo a companhia, a estratégia passa a concentrar a produção nos segmentos em que a marca Deca tem maior capacidade de diferenciação e de geração de valor.
Impacto na produção e continuidade do negócio
Apesar do encerramento da unidade pernambucana, a Dexco diz que o negócio de louças sanitárias continua relevante no seu portefólio. A companhia acrescenta que a fábrica de Jundiaí, que recebeu investimentos relevantes em automação, tecnologia e modernização nos últimos anos, absorve parte da produção hoje feita em Cabo de Santo Agostinho.O movimento sinaliza uma centralização da operação industrial num activo já modernizado, num momento em que a empresa procura ganhos de eficiência e melhor posicionamento competitivo no sector de materiais de construção.
Na nossa matéria sobre a aprovação do Cade para a cisão da Azzas 2154, detalhámos como a empresa recebeu aval sem restrições para separar as operações em duas companhias abertas independentes. Também explicámos que a reorganização ainda dependia do trânsito em julgado da decisão e de aprovações societárias para ser concluída.
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