Panther Hollow lança banco de investimento focado em ativos tokenizados e DeFi
A Panther Hollow Ventures lançou um banco de investimento voltado para participantes institucionais no mercado cripto. O novo negócio combinará investimento de risco, estratégias de rendimento e desenvolvimento de protocolos para ativos do mundo real (RWAs) tokenizados e finanças descentralizadas (DeFi).
Este artigo foi traduzido do original. Leia a versão original do nosso correspondente aqui.
A Panther Hollow foi cofundada pelo ex-advogado da U.S. Commodity Futures Trading Commission (CFTC), Eric Schwartz, e pela executiva de fintech Jacqueline Escobar. A empresa visa acelerar o desenvolvimento da Web3 e fortalecer os vínculos entre a indústria de blockchain e as finanças tradicionais, informou o The Block.
De acordo com Schwartz, a Panther Hollow combina as funções de um banco de investimento, um fundo de investimento e uma corretora, com foco na construção de infraestrutura regulamentada para mercados de ativos tokenizados.
A empresa planeja desenvolver projetos em Ethereum, Canton, Solana e Starknet, com foco especial em protocolos de empréstimo, repo e derivativos.
Panther Hollow foca no desenvolvimento de protocolos
Diferente das empresas tradicionais de capital de risco, a Panther Hollow afirmou que pretende ir além do financiamento de startups, assumindo um papel ativo em seu desenvolvimento.Para apoiar essa estratégia, a empresa lançará três iniciativas de investimento: um fundo de estágio inicial focado em infraestrutura de cripto e IA, um fundo de estratégia de rendimento combinando crédito privado e DeFi, e uma estratégia de investimento dedicada ao ecossistema Starknet.
A Panther Hollow também está desenvolvendo o protocolo Stark Rates e planeja lançar programas de aceleração para projetos construídos nas redes mencionadas acima.
Unindo DeFi e finanças tradicionais
Segundo Schwartz, a ideia para a Panther Hollow surgiu durante o inverno cripto que se seguiu ao colapso da FTX, quando os fundadores começaram a aceitar participações acionárias em startups em vez de honorários advocatícios.A empresa acredita que a próxima fase de crescimento do DeFi exigirá uma integração mais estreita com o sistema financeiro tradicional.
Essa visão é compartilhada por analistas do Standard Chartered, que preveem que os ativos no setor DeFi crescerão 37 vezes, atingindo US$ 2,7 trilhões até 2030. O banco espera que os ativos do mundo real (RWAs) tokenizados e a expansão contínua da economia nativa de cripto sejam os principais impulsionadores do crescimento.
Anteriormente, o Standard Chartered iniciou a cobertura do protocolo Aave e projetou que o token AAVE pode chegar a US$ 3.500 até 2030.
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