PSI recua no arranque da sessão, com Teixeira Duarte e Mota-Engil a liderarem ganhos

PSI recua no arranque da sessão, com Teixeira Duarte e Mota-Engil a liderarem ganhos
PSI começa em baixa

A bolsa de Lisboa inicia a sessão de segunda-feira em ligeira baixa, apesar do predomínio de subidas nas principais praças europeias. O PSI cede 0,11% para 9.334,56 pontos às 08:15, numa negociação repartida entre oito cotadas em alta e oito em queda.

Destaques

  • Teixeira Duarte lidera ganhos do PSI ao subir 4,37% para 0,4655 euros e Mota-Engil valoriza 1,49% para 4,896 euros na abertura.
  • EDP Renováveis avança 0,14% e EDP sobe 0,06%, contribuindo para limitar as quedas do índice em Lisboa.
  • Ibersol cai 0,83%, Jerónimo Martins desce 0,78% e Sonae recua 0,72%, mantendo o PSI em território negativo, enquanto Galp perde 0,25% para 19,91 euros.

Desempenho inicial do mercado em Lisboa

Como reporta o Jornal de Negócios, a abertura da sessão em Lisboa está a ser marcada por um comportamento misto entre as cotadas do PSI, num contexto europeu maioritariamente positivo. O principal destaque pela positiva vai para a Teixeira Duarte, que sobe 4,37% para 0,4655 euros por ação, enquanto a Mota-Engil regista a segunda maior valorização, com um avanço de 1,49% para 4,896 euros.

As empresas do grupo EDP também contribuem para limitar a descida do índice. A EDP Renováveis soma 0,14% e a EDP avança 0,06%, ajudando a amortecer a pressão negativa sobre o indicador de referência da bolsa portuguesa.

Pressão de retalho e energia pesa no índice

Do lado das quedas, os recuos mais expressivos pertencem à Ibersol, que desce 0,83%, à Jerónimo Martins, que perde 0,78%, e à Sonae, em baixa de 0,72%. Este movimento mantém o PSI em terreno negativo, apesar da repartição equilibrada entre títulos em subida e em descida.

A Galp recua 0,25% para 19,91 euros por ação, acompanhando a ligeira descida do preço do petróleo nos mercados internacionais. A matéria-prima reage ao plano dos U.S. para escoltar embarcações no estreito de Ormuz, um fator que está a influenciar o sentimento no setor energético.

Na nossa publicação anterior sobre o fecho em alta do PSI em Lisboa, destacámos uma sessão marcada por ganhos generalizados, com o grupo EDP e o BCP a liderarem a subida do índice. Também sublinhámos que a atenção aos resultados empresariais, às decisões dos bancos centrais e às tensões no Médio Oriente — com reflexos nos preços da energia — estava a influenciar o comportamento das cotadas, incluindo a Galp.

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