A bolsa de Lisboa inicia a semana com a melhor prestação entre as praças da Europa Ocidental, impulsionada pela valorização generalizada das cotadas do PSI. O avanço do índice ocorre num dia marcado pela revisão em alta dos preços-alvo da EDP e da EDP Renewables pelo HSBC e pela expectativa em torno dos resultados trimestrais da Nos.
Destaques
- O PSI fechou em alta de 1,09% aos 9.165,76 pontos, com 14 cotadas valorizadas e apenas duas em queda.
- EDP Renewables subiu 5,09% para 14,67 euros e EDP avançou 3,76% para 4,473 euros, impulsionadas por revisão positiva de preços-alvo pelo HSBC.
- O setor de retalho pressionou o índice, com Jerónimo Martins a recuar 1,12% para 18,51 euros e Sonae a perder 2,48% para 1,89 euros, esta última em ex-dividendo.
Ganhos no PSI com energia em destaque
Como noticiou o Jornal de Negócios, o PSI encerra a sessão de segunda-feira a subir 1,09%, para 9.165,76 pontos, com 14 cotadas em alta e apenas duas em terreno negativo.A EDP Renewables lidera os ganhos, ao avançar 5,09% para 14,67 euros, enquanto a EDP soma 3,76% e fecha nos 4,473 euros. As duas empresas beneficiam do sentimento positivo do mercado depois de o HSBC ter revisto em alta os preços-alvo das ações das companhias lideradas por Miguel Stilwell.
Entre as restantes subidas, a Navigator valoriza 1,96%, para 3,334 euros, e a Nos cresce 1,61%, para 5,355 euros. A Galp também termina no verde, com um ganho de 0,24% para 19,095 euros, enquanto o BCP avança 0,02%, para 0,9264 euros.
Retalho trava desempenho mais alargado
O lado negativo da sessão concentra-se nas retalhistas, que impedem um fecho inteiramente positivo do principal índice português. A Jerónimo Martins recua 1,12%, para 18,51 euros, e a Sonae perde 2,48%, para 1,89 euros.No caso da Sonae, a queda acontece no dia em que a dona do Modelo Continente negoceia em ex-dividendo, fator que pesa na cotação. Já a Nos mantém-se entre os destaques do dia, numa sessão em que o mercado aguarda ainda a divulgação dos resultados do primeiro trimestre pela operadora.
Na nossa publicação anterior, analisámos a subida do PSI no arranque da sessão, impulsionada sobretudo pelas valorizações da EDP e da EDP Renewables após uma revisão em alta de recomendação e preço-alvo. Nesse contexto, destacámos também fatores corporativos relevantes, como o último dia de direito ao “scrip dividend” da EDP Renováveis, o início de um programa de recompra de ações da Corticeira Amorim e a pressão técnica sobre a Sonae por entrar em ex-dividendo.
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