PSI sobe na abertura com Mota-Engil e Teixeira Duarte a liderarem ganhos
A bolsa de Lisboa abre em alta esta sexta-feira, em linha com o tom positivo dos mercados globais. O PSI avança 0,41% para 9.062,02 pontos, enquanto os investidores acompanham sinais de distensão no Médio Oriente e a estreia em bolsa da SpaceX.
Destaques
- Mota-Engil lidera ganhos no PSI ao subir 3,41% para 4,676 euros, seguida pela Teixeira Duarte com acréscimo de 2,67% para 0,443 euros.
- Galp recua 3,18% para 19,04 euros, limitando a valorização do índice devido à descida dos preços do crude.
- O PSI abre com 12 cotadas em alta e quatro em queda, suportado por BCP (+1,83%), EDPR (+1,46%) e Jerónimo Martins (+0,68%).
Abertura positiva e desempenho das cotadas
Segundo o Jornal de Negócios, o principal índice português segue com 12 cotadas em alta e quatro em queda no arranque da sessão.Entre os maiores ganhos estão as construtoras Mota-Engil, que sobe 3,41% para 4,676 euros, e Teixeira Duarte, que avança 2,67% para 0,443 euros. Os CTT também se destacam, com uma valorização de 2,35% para 5,875 euros.
Entre os pesos pesados que sustentam a subida do PSI estão ainda o BCP, que ganha 1,83% para 0,9336 euros, a EDPR, que valoriza 1,46% para 13,93 euros, e a Jerónimo Martins, que avança 0,68% para 17,80 euros.
Pressão da Galp limita avanço do índice
A travar uma subida mais acentuada do índice está a Galp, que cai 3,18% para 19,04 euros, pressionada pela descida dos preços do crude.No lado das perdas surgem também a REN, que recua 0,29% para 3,49 euros, a Nos, que cede 0,09% para 5,35 euros depois do ganho registado na sessão anterior, e a EDP, que desliza 0,02% para 4,481 euros.
O sentimento de mercado permanece apoiado por indicações dadas na quinta-feira pelo Presidente dos U.S., Donald Trump, de que um acordo de paz com o Irão está praticamente concluído, num dia em que a atenção dos investidores também se concentra na entrada em bolsa da SpaceX, apontada como a maior oferta pública inicial de sempre.
Na nossa cobertura anterior sobre a queda dos preços do petróleo após sinais de recuo dos EUA em relação ao Irão, explicámos que o Brent e o WTI desceram à medida que os mercados reduziram o prémio de risco geopolítico. Também destacámos que o Estreito de Hormuz continuava a ser o principal foco de incerteza, com versões contraditórias sobre o tráfego e o potencial de novas pressões na oferta.
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