IAPMEI prolonga candidaturas aos Prémios dos Fundos Europeus até 31 de julho de 2026

IAPMEI prolonga candidaturas aos Prémios dos Fundos Europeus até 31 de julho de 2026
Prazos alargados IAPMEI

As candidaturas à segunda edição dos Prémios dos Fundos Europeus decorrem com um novo prazo até 31 de julho de 2026. A iniciativa abrange projetos já concluídos apoiados por vários programas, num esforço para reforçar a visibilidade do impacto económico, social e ambiental dos fundos europeus em Portugal.

Destaques

  • IAPMEI prolongou o prazo das candidaturas aos Prémios dos Fundos Europeus até 31 de julho de 2026, abrangendo projetos concluídos até 17 de abril.
  • O concurso aceita projetos cofinanciados pelos programas Portugal 2020, Portugal 2030, PO APMC, FAMI 2030 e Cooperação Territorial Europeia, com submissão totalmente digital.
  • A iniciativa realça projetos de impacto social, económico e ambiental, reforçando a notoriedade e o valor público dos fundos europeus aplicados em Portugal.

Âmbito do concurso e novo calendário

Segundo IAPMEI, as candidaturas estão abertas para projetos cofinanciados pelos programas Portugal 2020, Portugal 2030, PO APMC, FAMI 2030 e Cooperação Territorial Europeia, desde que estejam concluídos à data de abertura do concurso, em 17 de abril.

O novo prazo fixa o encerramento das candidaturas em 31 de julho de 2026. O processo decorre em formato totalmente digital, com regulamento e formulário disponíveis no site oficial da iniciativa.

Impacto esperado na valorização dos fundos europeus

Os Prémios dos Fundos Europeus procuram distinguir projetos com contributo relevante para o desenvolvimento social, económico e ambiental, ao mesmo tempo que reforçam a notoriedade e a perceção pública positiva sobre a aplicação destes recursos em Portugal.

Promovida pela Agência para o Desenvolvimento e Coesão no âmbito da Rede de Comunicação do Portugal 2030, a iniciativa também pretende destacar boas práticas e incentivar novos projetos, evidenciando o efeito transformador do investimento europeu nas comunidades e nos territórios.

O fundo de fundos de 1,5 mil milhões de euros do Banco Português de Fomento, que a nossa publicação já analisou, foi apresentado como um instrumento para mobilizar investimento privado e reforçar a capitalização de startups e PME através de fundos intermediários. Na altura, salientámos que a medida visava reduzir a dependência de dívida bancária e direcionar recursos para áreas como transição verde, digitalização e inteligência artificial, no quadro do PRR e de um conjunto mais amplo de políticas de apoio.

Este material pode conter opiniões de terceiros, nenhum dos dados e informações nesta página constitui aconselhamento de investimento de acordo com o nosso Aviso Legal. Embora sigamos rigorosos Padrões Editoriais, este post pode conter referências a produtos de nossos parceiros.