Petrobras vai receber US$ 859 milhões de parceiras em acordo sobre jazidas na Bacia de Santos
A Petrobras informou que prevê receber cerca de US$ 859 milhões até novembro após firmar acordos de equalização ligados às jazidas compartilhadas de Berbigão e Sururu, na Bacia de Santos. Os pagamentos serão feitos pelas empresas do consórcio BM-S-11A, em um movimento que afeta a divisão econômica de ativos operados no pré-sal.
Destaques
- Petrobras assinou acordos de equalização para as jazidas de Berbigão e Sururu e receberá aproximadamente US$ 859 milhões das parceiras até novembro.
- A estatal detém 42,5% do consórcio BM-S-11A, enquanto Shell possui 25%, TotalEnergies 22,5% e Petrogal 10%, fortalecendo a posição de governança da Petrobras.
- O pagamento reforça o caixa da Petrobras em meio à gestão de ativos do pré-sal e à coordenação de projetos na Bacia de Santos.
Acordos definem repasses até novembro
Como noticiou InfoMoney, citando a Reuters, a Petrobras anunciou na terça-feira, em fato relevante ao mercado, a assinatura de acordos de equalização referentes às jazidas compartilhadas de Berbigão e Sururu, na Bacia de Santos.Com a formalização dos acordos, a estatal afirmou que receberá cerca de US$ 859 milhões das empresas parceiras do consórcio BM-S-11A até novembro. A medida trata da compensação financeira associada às áreas compartilhadas entre os campos envolvidos.
Estrutura do consórcio e impacto para a estatal
As jazidas compartilhadas de Sururu e Berbigão incluem o contrato de concessão BM-S-11A, operado pela Petrobras, com participação de 42,5%. Também integram o consórcio a Shell, com 25%, a TotalEnergies, com 22,5%, e a Petrogal, com 10%.O recebimento reforça o caixa da Petrobras em meio à gestão de ativos do pré-sal e à coordenação entre parceiras em projetos de exploração e produção na Bacia de Santos, uma das áreas mais relevantes para a indústria de petróleo no Brasil.
Na nossa cobertura anterior sobre a temporada de resultados do 3T26 na B3, destacámos o calendário de divulgação de balanços e a forte concentração de publicações na primeira quinzena de novembro. O texto também apontou que a data prevista para os números da Petrobras, em 10 de novembro, é uma das mais acompanhadas pelo mercado e pode influenciar a sensibilidade do Ibovespa a revisões de lucro e geração de caixa.
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