PSI sobe 0,80% em Lisboa com apoio do BCP e da Jerónimo Martins

PSI sobe 0,80% em Lisboa com apoio do BCP e da Jerónimo Martins
PSI fecha em alta

A bolsa de Lisboa encerra a sessão de quinta-feira em alta, alinhada com a maioria das praças europeias, numa altura em que os investidores acompanham a época de resultados após BCE e Fed manterem as taxas de juro. O PSI avança para 9.319,57 pontos, com 13 dos 16 títulos em terreno positivo, num movimento sustentado sobretudo por banca, retalho e energia.

Destaques

  • PSI fecha com alta de 0,80%, apoiado pelo BCP (+1,33%, 1,105 euros) e Jerónimo Martins (+2,58%, 18,29 euros) após apresentação de resultados.
  • EDP avança 0,84% para 4,899 euros e EDPR soma 0,72% para 12,73 euros, contribuindo para o desempenho positivo do índice.
  • Mota-Engil recua 0,26% para 4,614 euros, enquanto Galp encerra estável em 20,65 euros com preços do petróleo pressionados por perspetivas diplomáticas no Irão.

Resultados e política monetária marcam sessão

Como reporta o Jornal de Negócios, o principal índice nacional fecha com uma subida de 0,80%, depois de uma sessão em que os mercados europeus registam ganhos generalizados e a atenção dos investidores permanece centrada na divulgação de contas empresariais.

O desempenho do PSI é impulsionado pelo BCP e pela Jerónimo Martins, que apresentam resultados após o fecho da sessão anterior. A retalhista lidera as valorizações do índice, com uma subida de 2,58% para 18,29 euros, enquanto o banco ganha 1,33% para 1,105 euros.

As cotadas do grupo EDP também contribuem para a subida do mercado lisboeta. A EDP avança 0,84% para 4,899 euros e a EDPR soma 0,72% para 12,73 euros.

Energia e construção com sinais mistos

A sessão deixa ainda um retrato maioritariamente positivo entre as cotadas do PSI, com dois títulos inalterados e apenas um em queda. A única empresa a fechar no vermelho é a Mota-Engil, que recua 0,26% para 4,614 euros.

A Galp termina sem variação, nos 20,65 euros, num contexto de descida dos preços do petróleo. O recuo da matéria-prima surge associado a notícias sobre novos esforços diplomáticos para tentar pôr fim à guerra no Irão, um fator que condiciona o comportamento do setor energético.

Na nossa publicação anterior sobre a abertura em alta do PSI na Bolsa de Lisboa, destacámos que o índice arrancou a sessão a contrariar a tendência europeia, apoiado por uma maioria de cotadas a negociar no verde. Nesse arranque, Jerónimo Martins e BCP figuravam entre os principais impulsionadores, enquanto a Galp recuava acompanhando a descida do crude, refletindo a pressão do petróleo sobre o setor energético.

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