Dólar ronda estabilidade frente ao real antes de pesquisa da Quaest no Brasil

Dólar ronda estabilidade frente ao real antes de pesquisa da Quaest no Brasil
Dólar estável antes de sondagem

O câmbio brasileiro abre a quarta-feira sem direção definida, com o dólar a oscilar perto da estabilidade face ao real enquanto o mercado aguarda nova sondagem da Quaest sobre a corrida presidencial. No exterior, a divisa dos U.S. perde terreno contra boa parte das moedas, num contexto que ajuda a limitar movimentos mais fortes no mercado doméstico.

Destaques

  • Dólar à vista recua 0,05% às 9h17 para 5,017 reais, enquanto futuro de novembro cede 0,22% para 5,024 reais.
  • O mercado aguarda divulgação de nova pesquisa da Quaest sobre a Presidência, elevando atenção ao risco político de curto prazo.
  • O Banco Central realiza leilão regular de rolagem de swap cambial às 11h30, ofertando 75.000 contratos para 3 de novembro.

Cotação matinal e fatores de curto prazo

Segundo o InfoMoney Mercados, o dólar à vista recua 0,05% às 9h17, para 5,017 reais na venda, enquanto o contrato futuro para novembro, o mais negociado na B3, cede 0,22%, para 5,024 reais.

Depois de cair nas três sessões anteriores, a moeda norte-americana inicia o dia próxima da estabilidade perante o real. O mercado acompanha a divulgação de uma nova pesquisa da Quaest sobre a disputa pela Presidência, fator que mantém os investidores atentos ao risco político de curto prazo.

Atuação do Banco Central e contexto do mercado

Na véspera, o dólar à vista encerra a sessão de terça-feira com queda de 0,58%, a 5,0182 reais, prolongando o movimento recente de alívio no câmbio brasileiro.

Para esta quarta-feira, o Banco Central realiza às 11h30 o seu leilão regular de rolagem de swap cambial, com oferta de 75.000 contratos para 3 de novembro. A operação é acompanhada pelo mercado por poder influenciar a liquidez e as expectativas no segmento cambial ao longo da sessão.

Na nossa matéria anterior sobre o minidólar WDOX26, destacámos que o contrato iniciou a sessão sob volatilidade, puxada pela cautela eleitoral no Brasil e pelo ambiente externo (DXY e Treasuries), com o fluxo cambial positivo ajudando a limitar movimentos mais fortes. Também mapeámos os principais níveis técnicos de suporte e resistência e explicámos que a continuidade da recuperação dependeria de rompimentos com volume, enquanto a perda de suportes poderia reacender a pressão de baixa.

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