Segurança Social reforça alerta contra esquemas de phishing por SMS e e-mail
A circulação de mensagens fraudulentas em nome da Segurança Social leva a instituição a renovar o aviso a cidadãos e empresas sobre tentativas de burla digital. Os esquemas simulam dívidas pendentes ou reembolsos e procuram induzir pagamentos urgentes através de ligações falsas ou da recolha indevida de dados bancários.
Destaques
- A Segurança Social alerta para esquemas de phishing por SMS e e-mail que pedem atualização de dados bancários ou pagamentos fora dos canais oficiais.
- A recomendação reforça que dados sensíveis, como IBAN, devem ser atualizados exclusivamente nas plataformas oficiais e autenticadas da Segurança Social.
- Empresas e particulares são aconselhados a não clicar em ligações suspeitas nem partilhar dados bancários, dada a crescente utilização indevida do nome e imagem da Segurança Social por fraudadores.
Recomendações para evitar fraude digital
Segundo Segurança Social, a Segurança Social informa que não envia ligações diretas por SMS ou e-mail para pagamento de valores nem solicita, por essas vias, a introdução de dados de cartões ou contas bancárias.A instituição também indica que o IBAN deve ser atualizado e consultado apenas através das suas plataformas oficiais, protegidas por autenticação. Em caso de mensagem sobre dívida, crédito ou outra pendência, a confirmação deve ser feita diretamente na Área Reservada do portal ou na aplicação móvel oficial.
Impacto para utilizadores e canais oficiais
O alerta abrange tanto particulares como empresas, numa altura em que mensagens falsas recorrem indevidamente ao nome, ao logótipo e à imagem da Segurança Social para ganhar credibilidade. A pressão para pagamentos imediatos é apresentada como uma das principais características destes esquemas.A recomendação passa por não clicar em ligações recebidas por mensagem e por não partilhar dados sensíveis fora dos canais diretos e certificados da instituição. A Segurança Social sublinha que a proteção da informação pessoal e financeira depende da utilização exclusiva dos meios oficiais.
Na nossa publicação anterior, destacámos as buscas da Polícia Judiciária e da Autoridade Tributária a empresas, habitações e duas instituições financeiras no âmbito de uma investigação por suspeitas de fraude no IMT. O inquérito, conduzido pelo DCIAP, foca-se na alegada criação de sociedades para fazer circular a titularidade de imóveis e obter isenções fiscais indevidas, num caso com prejuízos de milhões de euros para o Estado.
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