José Antonio  Gastelum

PSI recua em Lisboa com tecnologia e Médio Oriente a pressionarem mercados

PSI recua em Lisboa com tecnologia e Médio Oriente a pressionarem mercados
PSI cai com tensão externa

A bolsa de Lisboa fecha em baixa esta terça-feira, acompanhando a maioria das praças europeias num dia marcado pela pressão sobre o setor tecnológico. O PSI perde 0,31% para 9.223,89 pontos, enquanto a instabilidade no Médio Oriente continua a pesar no sentimento dos investidores apesar dos esforços diplomáticos em torno do conflito no Irão.

Destaques

  • O PSI encerrou a sessão em baixa, com 10 dos 16 títulos negativos, em linha com a fraqueza nas restantes bolsas europeias.
  • A pressão sobre o mercado refletiu-se sobretudo no setor tecnológico e na instabilidade geopolítica no Médio Oriente devido a tensões no Irão.
  • A Corticeira Amorim registou uma queda de 9,57% para 6,33 euros após resultados trimestrais inferiores às expectativas dos investidores.

Pressão setorial arrasta sessão em Lisboa

Como noticiou o Jornal de Negócios, o principal índice português encerra a sessão com 10 dos 16 títulos em terreno negativo, refletindo um movimento alinhado com as perdas registadas noutras bolsas europeias.

O recuo é atribuído à fraqueza do setor tecnológico e à incerteza geopolítica no Médio Oriente, num contexto em que os mercados acompanham os desenvolvimentos diplomáticos ligados ao conflito no Irão.

Queda da Corticeira Amorim destaca impacto empresarial

A Corticeira Amorim sobressai pela negativa entre as cotadas do PSI, ao afundar 9,57% para 6,33 euros.

A descida surge depois de a empresa ter apresentado resultados na segunda-feira que desapontam os investidores, reforçando a pressão sobre o índice de referência nacional numa sessão já marcada por aversão ao risco.

Na nossa publicação anterior sobre o arranque positivo do PSI na Bolsa de Lisboa, notámos que o índice avançava em linha com as principais praças europeias, com a maioria das cotadas em alta no início da sessão. Destacámos ainda a subida do BCP após uma revisão de recomendação, bem como o contributo do setor energético, num dia em que a Galp negociava em ligeira queda.

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