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Mas guardámos tudo 🙂.
Um usuário da Polymarket obteve aproximadamente US$ 9 milhões em lucro após um empate surpreendente entre Espanha e Cabo Verde na Copa do Mundo da FIFA. A negociação chamou a atenção de analistas de blockchain, que estão tentando determinar se foi uma previsão excepcionalmente precisa ou resultado de acesso a informações privilegiadas.
Este artigo foi traduzido do original. Leia a versão original do nosso correspondente aqui.
A partida terminou em um empate de 0 a 0, com a estreante em Copas do Mundo, Cabo Verde, segurando uma das favoritas do torneio. Antes do pontapé inicial, as casas de apostas davam à equipe africana poucas chances de evitar a derrota, enquanto a Espanha era amplamente vista como uma das principais candidatas ao título.
De acordo com a Lookonchain, a carteira foi criada apenas este mês. O trader fez duas apostas: uma contra a vitória espanhola e outra em Cabo Verde não perdendo por mais de 2,5 gols.
Após o término da partida, ambas as posições foram pagas. Dados da Polymarket mostram que os ganhos totais excederam US$ 13 milhões a partir de um investimento inicial de aproximadamente US$ 4 milhões.
Mesmo que a Espanha tivesse vencido, o lucro potencial máximo teria sido de apenas cerca de US$ 85.000. Após o apito final, o trader perdeu quase toda a aposta.
Notavelmente, a conta nunca havia registrado anteriormente um lucro ou prejuízo superior a US$ 9.000 em uma única negociação.
O caso atraiu rapidamente a atenção de participantes e analistas do mercado cripto, já que apostas desse tamanho em resultados altamente improváveis permanecem relativamente raras.
Os críticos, no entanto, afirmam que tais plataformas podem criar oportunidades para o uso de informações não públicas. Como resultado, grandes lucros vinculados a eventos inesperados frequentemente atraem o escrutínio de analistas e reguladores.
Anteriormente, a Commodity Futures Trading Commission (CFTC) dos EUA propôs revisitar as regras que regem os mercados de previsão. A iniciativa busca esclarecer a estrutura regulatória para contratos vinculados a eventos políticos, conflitos militares e outros assuntos de interesse público.