Aeroportos nacionais ampliam tráfego de passageiros para máximo histórico em abril

Aeroportos nacionais ampliam tráfego de passageiros para máximo histórico em abril
Tráfego aéreo bate recorde

O movimento nos aeroportos portugueses continua a crescer em 2026, depois dos recordes já registados no arranque do ano. Em abril, o volume total atinge 6,6 milhões de passageiros e leva o acumulado do primeiro quadrimestre a 21,133 milhões, reforçando a trajetória de expansão do setor.

Destaques

  • Os aeroportos nacionais movimentaram 6,6 milhões de passageiros em abril, um novo máximo histórico, com alta homóloga de 2,1%, segundo o INE.
  • No primeiro quadrimestre de 2026, o tráfego acumulou 21,133 milhões de passageiros, aumento de 3,3% face ao período homólogo.
  • A média diária de desembarques em abril foi de 111,8 mil passageiros, crescimento de 1,7% em relação a abril de 2025, sinalizando procura robusta.

Recorde mensal reforça arranque de 2026

Como divulgou o Instituto Nacional de Estatística, abril volta a marcar um novo máximo histórico no número de passageiros movimentados nos aeroportos nacionais, com uma subida homóloga de 2,1%. O resultado surge depois de máximos históricos nos primeiros três meses de 2026 e confirma a continuidade do crescimento do tráfego aéreo em Portugal.

No conjunto do primeiro quadrimestre, os aeroportos nacionais acumulam 21,133 milhões de passageiros, o que representa um aumento de 3,3% face ao mesmo período do ano anterior. Só em abril, o total movimentado chega aos 6,6 milhões de passageiros.

Setor aéreo mantém ritmo de expansão

O INE indica ainda que, em abril, desembarcam em média 111,8 mil passageiros por dia. O valor fica acima dos 109,9 mil registados em abril de 2025, traduzindo um crescimento de 1,7%.

A evolução sinaliza a manutenção de uma procura sólida no transporte aéreo e sustenta a relevância dos aeroportos para a atividade turística e para a mobilidade internacional em Portugal. O novo recorde mensal também reforça o peso do setor na dinâmica dos serviços e das infraestruturas de transporte do país.

Na nossa publicação, acompanhámos o novo concurso para o transporte aéreo interilhas nos Açores (2027–2031) e a pressão, em particular na ilha do Pico, por mais frequências e maior capacidade para responder ao aumento da procura. O artigo detalhou as propostas para reforçar ligações a Lisboa e rotas de inverno, bem como o impacto financeiro das obrigações de serviço público e as limitações de infraestrutura que condicionam a expansão da oferta.

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