Aeroportos nacionais registam subida de passageiros em maio, carga recua

Aeroportos nacionais registam subida de passageiros em maio, carga recua
Passageiros sobem, carga cai

O tráfego aéreo em Portugal mantém crescimento em maio de 2026, com os aeroportos nacionais a movimentarem 7,1 milhões de passageiros. O avanço ocorre ao mesmo tempo que o volume de carga e correio cai em termos homólogos, enquanto o UK continua a liderar como principal origem e destino dos voos.

Destaques

  • Aeroportos nacionais movimentaram 7,1 milhões de passageiros em maio de 2026, aumento homólogo de 2,9%, enquanto carga e correio recuaram 3,3% para 22,1 mil toneladas.
  • A média diária de passageiros desembarcados atingiu 115,5 mil em maio de 2026, superior aos 112,8 mil de maio de 2025, refletindo aumento de 2,4%.
  • Entre janeiro e maio de 2026, o UK manteve-se como principal origem e destino de voos, seguido por França, Espanha, Alemanha e Brasil (origem)/Itália (destino).

Tráfego aéreo e volumes de maio

Como informou o Statistics Portugal, os aeroportos nacionais movimentam 7,1 milhões de passageiros e 22,1 mil toneladas de carga e correio em maio de 2026, o que corresponde a variações homólogas de 2,9% e de menos 3,3%, respetivamente. No mês anterior, essas variações tinham sido de 2,1% para passageiros e de 3,2% para carga e correio.

A média diária de passageiros desembarcados atinge 115,5 mil em maio de 2026, acima dos 112,8 mil registados em maio de 2025. Esse valor representa um aumento homólogo de 2,4%.

Mercados emissores e destinos em destaque

Entre janeiro e maio de 2026, o UK mantém-se como o principal país de origem e de destino dos voos nos aeroportos nacionais. França, Espanha e Alemanha conservam a segunda, terceira e quarta posições, respetivamente.

Do lado das origens, o Brasil completa o grupo dos cinco principais mercados. Nos destinos, a Itália ocupa a quinta posição, refletindo a concentração do tráfego internacional português nos principais mercados europeus e atlânticos.

Na nossa publicação anterior, analisámos a disputa pela aquisição da easyJet, com propostas concorrentes e um calendário decisivo em agosto, condicionado por exigências regulatórias europeias sobre controlo e gestão maioritariamente europeus. Explicámos como o desfecho pode influenciar a oferta de voos, frequências e tarifas em aeroportos como Lisboa, Porto e Faro, com impactos potenciais no turismo e na concorrência no mercado português.

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