Ibovespa e dólar iniciam sessão sob foco em eleições nos U.S. e balanço da Apple

Ibovespa e dólar iniciam sessão sob foco em eleições nos U.S. e balanço da Apple
Mercados atentos a EUA e Apple

Os mercados brasileiros acompanham nesta terça-feira a abertura do pregão com atenção voltada para bolsa, câmbio, juros e commodities. No exterior, os índices futuros dos U.S. operam mistos, enquanto investidores também monitoram o resultado da Apple e seus possíveis efeitos sobre o apetite por risco.

Destaques

  • O dólar comercial subiu 1,10% na sexta-feira, fechando a R$ 5,444, enquanto o índice DXY recuou 0,13% para 101,91 pontos.
  • O Ibovespa caiu 0,75% na sexta-feira, encerrando em 167.921,80 pontos com volume financeiro de R$ 41,80 bilhões.
  • Mercado inicia a terça-feira sob influência das eleições nos U.S. e expectativa pelo balanço financeiro da Apple.

Mercados abrem o dia com atenção a cenário externo e ativos locais

Como reporta o InfoMoney Mercados, a sessão desta terça-feira é acompanhada em tempo real com foco nos movimentos do Ibovespa, do dólar e dos juros, a partir das 8 horas.

Entre os fatores externos, os índices futuros dos U.S. operam sem direção única, com as eleições no radar e o balanço da Apple entre os principais pontos de atenção para os investidores.

No mercado de juros, os DIs fecharam o dia anterior em alta por toda a curva, sinalizando pressão disseminada nas taxas futuras.

Fechamento anterior mostra pressão sobre câmbio e bolsa brasileira

Na sexta-feira, 30, o dólar comercial terminou o dia com alta de 1,10%, na contramão do desempenho da moeda norte-americana frente a outras divisas de países desenvolvidos. O índice DXY recuou 0,13%, para 101,91 pontos, enquanto o câmbio encerrou a semana com avanço acumulado de 9,15%.

No fechamento, a moeda registrou venda e compra a R$ 5,444, com mínima de R$ 5,387 e máxima de R$ 5,462.

Também na sexta-feira, o Ibovespa caiu 0,75%, para 167.921,80 pontos. O índice marcou máxima de 169.184,60, mínima de 167.007,57, diferença de menos 1.264,62 pontos em relação à abertura e volume financeiro de R$ 41,80 bilhões.

Na nossa matéria anterior sobre o Ibovespa Futuro perto da estabilidade com a inflação ao consumidor nos EUA e uma pesquisa Quaest no radar, destacámos como a combinação de indicadores externos e sinais políticos domésticos manteve o mercado em modo de cautela. Também observámos o impacto das tensões no Oriente Médio sobre energia e apetite por risco, além de movimentos no câmbio e nos juros. Esse contexto ajuda a enquadrar a sessão atual, novamente guiada por fatores internacionais e pela reação dos ativos brasileiros.

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